Como aponta o Dr. Haeckel Cabral, o lifting facial é uma cirurgia voltada a reposicionar tecidos que cederam com o tempo, suavizando a flacidez e melhorando o contorno do rosto com naturalidade. A decisão começa por um ponto simples: entender o que o procedimento realmente trata e o que você espera ver no espelho. Se a sua meta é recuperar definição sem exageros e com segurança, agende uma avaliação e leia este artigo até o fim para chegar à consulta com critérios claros.
Por que não existe um método único?
O termo “lifting” abrange diversas técnicas que variam no plano de trabalho e reposicionamento. Abordagens modernas focam em camadas mais profundas, priorizando sustentação e naturalidade. O procedimento geralmente envolve elevar a pele, ajustar tecidos e músculos, e remover excesso.
O deep plane facelift, que atua abaixo do sistema músculo aponeurótico superficial, tem ganhado destaque. Essa técnica permite um reposicionamento mais integrado, dependendo da anatomia e necessidades do paciente. Segundo o Dr. Haeckel Cabral, a melhor técnica é definida pela combinação de flacidez, espessura da pele, padrão de queda e objetivo estético, resultando em um aspecto mais natural e descansado.
Quando faz sentido associar outros procedimentos?
O lifting facial costuma concentrar benefícios em regiões que entregam “idade” ao olhar de quem vê: linha da mandíbula, bochechas com queda, sulco mais marcado e, em muitos casos, a transição para o pescoço. À vista do que descreve a Mayo Clinic, quando o plano inclui abordagem cervical, pode haver melhora da flacidez e do excesso de gordura no pescoço, o que costuma influenciar diretamente a definição mandibular.

Para o Dr. Haeckel Cabral, a avaliação costuma observar o rosto como um conjunto, não como peças isoladas. Em alguns pacientes, levantar sem corrigir a perda de volume pode gerar um resultado correto, porém menos harmônico. Em outros, excesso de volume no pescoço pode pedir estratégia específica. Assim sendo, associações podem ser consideradas quando agregam naturalidade e equilíbrio, sempre respeitando indicação e segurança.
Como ler o resultado com realismo?
Recuperação não é só tirar pontos. É um período em que edema e equimoses se resolvem e os tecidos se acomodam. Após a cirurgia, pode haver dor leve a moderada, inchaço, hematomas, dormência e necessidade de curativos, drenos temporários podem ser utilizados para evitar acúmulo de líquidos, com revisões programadas. A ASPS destaca o uso de bandagens para reduzir inchaço e hematomas, além de orientações sobre cuidados e medicações. A recuperação deve ser vista em etapas, com um retorno social mais confortável após a diminuição de hematomas e inchaço. A Mayo Clinic observa que muitos preferem adiar eventos sociais, pois a aparência ainda está em evolução.
Riscos, critérios de indicação e expectativas que protegem o resultado
Toda cirurgia tem riscos, e o lifting facial não é exceção. A Mayo Clinic lista complicações possíveis, como hematoma, cicatrizes e outros eventos que variam de intensidade e frequência, reforçando que avaliação e acompanhamento são parte do cuidado responsável.
Diante disso, a indicação costuma considerar saúde geral, hábitos, qualidade de pele e expectativas. Como pontua o Dr. Haeckel Cabral, é importante trazer o que incomoda com precisão: papada, linha da mandíbula, bochechas, pescoço, ou a sensação geral de “rosto cansado”. Esse mapeamento orienta a estratégia e ajuda a alinhar o que o procedimento entrega sem prometer o que não está no alcance da técnica.
Lifting facial: Reposicionamento e redefinição
Como sintetiza o Dr. Haeckel Cabral, o lifting facial é uma cirurgia de reposicionamento e redefinição do contorno, com impacto marcante em bochechas, linha da mandíbula e, quando associado, pescoço. Técnicas modernas priorizam sustentação e naturalidade, e a recuperação acontece em fases, com melhora progressiva de inchaço e hematomas e amadurecimento do resultado ao longo do tempo.
Autor: Lyudmila Antonova

